28 jornalistas foram assassinados em seis meses no mundo
9 dos assassinatos aconteceu no Iraque, país que continua sendo o mais perigoso para os jornalistas.
Segundo o documento, “a liberdade de imprensa está gravemente ameaçada”, especialmente devido à corrupção na “América Latina, aos regimes autocráticos no Oriente Médio, aos conflitos na África, aos Governos hostis na Ásia, e às ameaças de mortes e perseguição judicial na Ásia Central e na Europa”.
A WAN cita também o Oriente Médio e o norte da África, regiões onde nove jornalistas foram assassinados e que, segundo a associação, têm “numerosos retrocessos” na liberdade de imprensa, devido, sobretudo, a “regimes autocráticos” que calam as opiniões independentes.
11 jornalistas foram assassinados nos últimos seis meses na Ásia.
A WAN denuncia que em todo o continente a imprensa independente segue enfrentando uma série de obstáculos e, sobretudo, são vítimas de “Governos hostis e de conflitos internos”.
Esta informação é de acordo com Último Segundo.
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