Aproveitando o calor mídiatico que emana de Santo André.(SP) Onde um ex-namorado louco mantém sua amada refém há 4 dias em um apartamento. Vou sugerir para o fim de semana o filme O Quarto Poder(trailer abaixo), com John Travolta e Dustin Hoffman.
Não vou fazer uma resenha da película, afinal a história não é nada nova. Lançado em 1997, O Quarto Poder é amplamente difundido nas faculdades de comunicação. O título em português traz a alusão clara a força que as mídias exercem nas sociedades comtemporâneas, tornando-se o quarto braço do estado supostamente tripartido( Executivo, Judiciário e Legislativo).
Acho que talvez ajude a pensar um pouco sobre como fazer a cobertura de um drama humano e o que está se passando na cabeça dos atores envolvidos.
Mas não deixo de salientar também o título em inglês – Mad City – ou seja, a cidade louca. Ás vezes fica difícil delinear exatamente onde termina a ficção e o onde está a realidade. Será que o jovem-sequestrador espera uma reconciliação amparada pela Síndrome de Estocolmo? Ou será que ele está embriagado pela sensação de ser o centro do universo?
E a nossa relação com esse fato, qual é? Se somos apenas expectadores, então realidade e ficção estão diferenciadas apenas pelo horário da programação?O jornal é às 20h, mas o filme só às 22h . E o papel do repórter é entreter ou informar, onde termina um e começa o outro?
Enquanto tudo isso acontece e as dúvidas nos afligem, a polícia luta contra a polícia em São Paulo.
A cidade enlouquece as pessoas ou são os habitantes que formam a insanidade urbana?
Não vou fazer uma resenha da película, afinal a história não é nada nova. Lançado em 1997, O Quarto Poder é amplamente difundido nas faculdades de comunicação. O título em português traz a alusão clara a força que as mídias exercem nas sociedades comtemporâneas, tornando-se o quarto braço do estado supostamente tripartido( Executivo, Judiciário e Legislativo).
Acho que talvez ajude a pensar um pouco sobre como fazer a cobertura de um drama humano e o que está se passando na cabeça dos atores envolvidos.
Mas não deixo de salientar também o título em inglês – Mad City – ou seja, a cidade louca. Ás vezes fica difícil delinear exatamente onde termina a ficção e o onde está a realidade. Será que o jovem-sequestrador espera uma reconciliação amparada pela Síndrome de Estocolmo? Ou será que ele está embriagado pela sensação de ser o centro do universo?
E a nossa relação com esse fato, qual é? Se somos apenas expectadores, então realidade e ficção estão diferenciadas apenas pelo horário da programação?O jornal é às 20h, mas o filme só às 22h . E o papel do repórter é entreter ou informar, onde termina um e começa o outro?
Enquanto tudo isso acontece e as dúvidas nos afligem, a polícia luta contra a polícia em São Paulo.
A cidade enlouquece as pessoas ou são os habitantes que formam a insanidade urbana?
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Lindembergue acaba de ser preso. Mas para isso precisaram até de bomba de efeito moral. Por isso que essa negociação toda e nada não ia dizer nada.