Knigyt Center for Journalism
O recente anúncio do New York Times de que os usuários deverão pagar a partir do próximo ano para acessar os conteúdos de seu site é apenas um exemplo da movimentação da indústria para obter mais lucro no ambiente digital. Muitas outras publicações estão introduzindo mudanças desse tipo, escreve Richard Pérez-Peña no New York Times.
O empresário Steven Brill fundou a companhia Journalism Online no ano passado. A empresa comercializa o programa “Press+” de conteúdos pagos e retém 20 por cento dos lucro online dos seus clientes. Pérez–Peña informou o nome dos três sites de notícias que pretendem começar a utilizar o sistema nos próximos meses: GlobalPost, o Intelligencer Journal-Lancaster New Era (Pensilvânia) e o Fayetteville Observer (Carolina do Norte).
Os céticos dizem que a Press+ não vai durar muito. A empresa de Brill assegura entretanto que está trabalhando com potenciais cliente de todo o mundo e dirigindo cerca de 1.300 sites de notícias, acrescenta a matéria do New York Times.
Comentário foca: Vender conteúdo vai contra o princípio básico da internet. Infelizmente a maioria do conteúdo que os jornais pretendem vender está disponível de graça em vários sites espalhados pela web, ou seja, não acredito que sites restritos a assinantes são a solução para a crise nas empresas de comunicação.
Certos nichos, como o jornalismo econômico, funcionam com conteúdo pago. O Estadão tem broadcast que aparentemente mantém alguma solidez no mercado.
Popularity: 2% [?]











