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Expediente

O Manual é um blog criado para auxiliar a vida dos jovens jornalistas. Caso você se encaixe nesta descrição, seja bem-vindo. Se você já tem muitos anos de estrada, também pode participar.

Nosso blog é um fórum de discussão permanente sobre como a mídia atual trabalha os fatos do cotidiano. Nele tentamos debater os principais assuntos em pauta e os bastidores das grande reportagens.

Equipe do Manual

 

 

Sede Brasília

jportoJoão Porto - Organizo o layout deste blog e confesso que tenho o bom gosto de um carnavalesco. Por diversas vezes torno nosso site impublicável apenas para desenvolver alguma novidade. Já trabalhei como repórter de rádio e televisão,  produtor. Atuei em assessorias políticas e como repórter de jornal impresso. Nunca imaginei trabalhar em jornais impressos, mas aos poucos descubro os benefícios de ser um “canetinha” – (apelido pejorativo). Sempre quando alguém me pergunta por que escolhi esta vida, facilmente respondo: – Gosto mais de ser repórter do que gente.

Contato: joao@manualdosfocas.com

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Deco - pequeno - manualDeco Bancillon - Tenho quatro calças jeans, pouco menos de 20 blusas e três pares de tênis. Mas acabo usando sempre o que estiver mais fácil. E limpo. Sou jornalista. Adoro comer, cinema, livros. Vivo música. De todo tipo. E até arranho violão. Meu interesse por jornalismo surgiu quando eu cursava a 8ª série do ensino fundamental. A paixão veio só mais tarde, lá pelo quarto semestre da faculdade. Fui piolho de movimento estudantil, viajei o Brasil e ganhei peso. E nenhum trocado no bolso.  Estagiei no jornal Aqui DF, na Radiobrás e no caderno Economia do Correio Braziliense. Gosto seriados de TV, romances de não-ficção e sexo all night. E de escrever.

Contato: deco@manualdosfocas.com

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Victor Martins – Meio descabelado, meio barbado, quase sempre amarrotado. Rotulado por vezes de anarquista, comunista e excêntrico, nunca aceitei nenhum desses rótulos a não ser o de jornalista. Nunca fui nenhum dos estereótipos citados, apenas indignado e questionador como se deve ser. Tenho um único terno caro que pode ser usado em todas as ocasiões e sou um viciado na notícia e apaixonado pela apuração. Sempre quero ir além do que se deve. Defensor assumido das  qualidades e de alguns poucos defeitos da old school ou da velha guarda jornalística, com seus botecos e boêmia usados como espada e escudo, vejo na máquina de escrever apenas um objeto de decoração. Tenho no currículo o Jornal Coletivo, Aqui DF e TV Record. Atualmente sou repórter de economia do Correio Braziliense.

 

Contato: martins@manualdosfocas.com

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RosaXanda (9)Alexandra Martins – Sou uma pessoa que vive 24 horas na mais perfeita desordem, total completo descontrole. Com um perfil desses só dava para ser jornalista. Mas decidir ser um pouco diferente e preferi ser fotojornalista. Dentro do Manual dos Focas também decidi ir contra a corrente e – tirando a Sara Campos – dou meu toque feminino. Mas mesmo com todas essas diferenças o que nos une é o anseio por um jornalismo bem feito e de qualidade.

Atualmente faço estágio no Jornal de Brasília, mas já atuei como repórter fotográfica na Br Capital Press (2009); Tribuna do Brasil (2008); Revista Plano Brasília (2006) e Revista Justilex (2005). Atualmente sou estudante de jornalismo do Centro Universitário de Brasília (UniCEUB) e de artes visuais na Universidade de Brasília (UnB).

Resumindo: sou uma pessoa que vive 24 horas na mais perfeita desordem, total completo descontrole. Mas eu gosto disso.

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Marcus Vinicius Leite – Em 1492, Colombo descobriu a América; em 17 de Maio 1983, a mãe me descobriu. Minha carreira de criança começou quando quebrei a cabeça, aos dois anos de idade; minha carreira de adulto, quando comecei a fazer jornalismo (passei a quebrar a cabeça diariamente). Já varri escritório, fiz entrega de embrulho, crítica de cinema, crônica de rádio, clipping, redação, colunismo social, reportagem policial, direção, relações públicas, script de cinema, entrevista política, standup comedy, Cia. de Comédia. Além do Manual dos Focas, sou responsável pelo Vitrola News, blog musical ganhador do Top Blog 2009. Meu maior sonho é ter uma casa de campo com piscina, um iate, um apartamento duplex, um helicóptero, uma conta no banco, uma praia particular e um “short”. Por enquanto já tenho o “short”.

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Sucursal São Paulo

Sara Campos

Sara Campos – Protelei por diversas vezes a minha participação nesse projeto que vi nascer. No início, contribuí como revisora e agora participo enviando artigos sobre acontecimentos ou impressões que tenho dessa grande megalópole, que é São Paulo, onde resido desde março de 2008. Minha paixão pelo jornalismo é antiga: sabia que as palavras fariam parte do meu cotidiano desde os tempos da redação da escola com o tema “Minhas Férias”. Já tive uma visão mais utópica a respeito do jornalismo. Hoje em dia sei que nem sempre o caminho será como imaginamos, mas nada como um pouquinho de humildade, persistência e otimismo para acertarmos a receita do bolo. Nas horas vagas respiro música, leio revistas femininas e livros sobre a América Latina, planejo viagens, acompanho meu horóscopo e aproveito para conhecer um pouquinho mais da maior cidade da América Latina.

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Amanda CamasmieAmanda Camasmie – Muitos acreditam que todo jornalista é meio louco. Apesar de jurarem que sim, ainda acho que não sou. Alguns me chamam de careta, outros de chata mesmo. Mania de querer fazer tudo certinho. Tenho medo da morte, fico irritada nos dias que não leio e escrevo e aprendi, graças à minha mãe, o que é o amor desde pirralha. Acredito que nunca construiremos um mundo melhor enquanto as pessoas não entenderem o real sentido de respeito. Gosto dos meus amigos em dias de chuva e de sol, e até quando o tempo está nublado. Já me aventurei em revistas, sites, agências de comunicação, assessorias de imprensa e comunicação corporativa. Atualmente, integro o time de jornalistas da Editora Globo. Quando me perguntam quem sou, respondo prontamente: jornalista.

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Daniel Mello: Repórter razoavelmente revolucionário. Respostas ríspidas, raciocínio rápido. Rabisca relatos reais. Raramente retratos românticos. Reflete relendo Rosa. Radicaliza rezando Rock & Reggae. Rouba rimas de rap. Revela reviravoltas da República. Repudia a roubalheira. Refuta o racismo. Recusa reproduzir rumores. Reivindica renda para ribeirinhos, raparigas e roceiros. Mas, resigna-se recebendo remuneração reduzida.

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Sucursal Pernambuco

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Quis ser cientista, professora, bióloga, veterinária, arqueóloga, arquiteta, artista plástica… Um dia, quando eu tinha 14 anos, caiu em minhas mãos uma National Geographic, que me deixou apaixonada e me mostrou o caminho. A estrada que eu iria percorrer me faria ser um pouco de tudo que já tinha pensado em ser na vida. Seria jornalista. Decidido. Entrei na faculdade sem saber muito bem o que esperar, com aquela velha visão ultra-romântica. As coisas foram acontecendo e quando me percebi, dormia, acordava, comia, respirava e transpirava Jornalismo, redação, papel de jornal.
Larissa Brainer Há quem diga que não se aprende nada no curso, que é inútil, um saco, supérfluo. De minha parte, ganhei um amor de verdade na universidade – com todas as partes boas e, claro, as ruins. Do alto dos meus 23 anos, posso dizer que o jornalismo virou minha vida, serviu de molde para minha personalidade. Converso de jornal em casa, na rua, e – óbvio – no bar. Trabalhei em dois grandes jornais de Pernambuco. Fui repórter de editorias de Cidades, também fui de Política (outro tema que me agrada). Admiro todas as áreas, mas meu caso mesmo é com impresso e, confesso, tenho uma relação extra-conjugal com Fotografia.

Larissa Brainer – Quis ser cientista, professora, bióloga, veterinária, arqueóloga, arquiteta, artista plástica… Um dia, quando eu tinha 14 anos, caiu em minhas mãos uma National Geographic, que me deixou apaixonada e me mostrou o caminho. A estrada que eu iria percorrer me faria ser um pouco de tudo que já tinha pensado em ser na vida. Seria jornalista. Decidido. Entrei na faculdade sem saber muito bem o que esperar, com aquela velha visão ultra-romântica. As coisas foram acontecendo e quando me percebi, dormia, acordava, comia, respirava e transpirava Jornalismo, redação, papel de jornal.

Há quem diga que não se aprende nada no curso, que é inútil, um saco, supérfluo. De minha parte, ganhei um amor de verdade na universidade – com todas as partes boas e, claro, as ruins. Do alto dos meus 23 anos, posso dizer que o jornalismo virou minha vida, serviu de molde para minha personalidade. Converso de jornal em casa, na rua, e – óbvio – no bar. Trabalhei em dois grandes jornais de Pernambuco. Fui repórter de editorias de Cidades, também fui de Política (outro tema que me agrada). Admiro todas as áreas, mas meu caso mesmo é com impresso e, confesso, tenho uma relação extra-conjugal com Fotografia.

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Sucursal Belém

Catarina Barbosa - Determinação sempre foi o meu lema. Confesso que por vezes, minha determinação se confunde com teimosa. Deve ser mal de leonina. Sou falante (até demais), acredito nas pessoas, na vida, amo a arte. Sou viciada em podcast, música, romances, ficção e poesia. O jornalismo é caso antigo. Nos conhecemos entre as palavras dos meus autores preferidos, na minha curiosidade absurda e na educação que a minha mãe me deu, de sempre me comprometer com a verdade. Na faculdade, firmamos compromisso. O STF tenta dizer que a nossa relação não vale nada, mas mesmo assim eu faço questão de ir até o fim. Já fui repórter e produtora de rádio, revista e impresso. Também fui assessora de comunicação de empresas e cantores paraenses. Hoje trabalho com produção, na Tv Liberal – filial da Rede Globo em Belém. Faço freelas sempre que posso e quando não posso também. O “Manual dos Focas” é uma oportunidade, um refúgio que encontrei para estar sempre perto do meu prazer de escrever. Para o futuro, penso em fazer mestrado e doutorado em novas mídias, continuar escrevendo para revistas, escrever mais crônicas, poesias e trabalhar com televisão. Trocando em miúdos: eu amo o que eu faço e não consigo me imaginar fazendo outra coisa que não jornalismo, independente da área.

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Sucursal Rio de Janeiro

Barbara Secco – Nasci em Brasília, mas morei grande parte dos meus 22 anos em Cabo Frio, uma cidade praiana do estado do Rio. Mudei pra Niterói quando comecei a faculdade. Agora atraquei nos mares do Rio de Janeiro de São Sebastião. Mas comigo, nenhuma mudança é definitiva.
Já pensei em ser muitas coisas, mas nunca pensei em não ser jornalista. Não acho que precisa de um dom, mas trabalhar com jornalismo não é pra qualquer um. Desde sempre ouvi que seria jornalista e agora estou terminando a faculdade na FACHA (Faculdades Integradas Hélio Alonso).
Trabalho na assessoria de comunicação do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, escrevo um blog para crianças, esse querido blog no qual você me lê, estou escrevendo o roteiro de um curta, que vou dirigir e atuar, e pretendo terminar a digníssima faculdade, mesmo sem a obrigatoriedade do canudo. Dá tempo? Com certeza. Nas horas de ócio (sempre criativo) leio muito e sempre sinto que poderia ler mais. Amo cinema e shows. Dá tempo até para ser viciada em Farmville…

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